Sinceramente, não sei o que falar desse filmes, ainda estou tentando me recompor. Por ser super fá da Disney já tinha minhas expectativas lá em cima. Mas ao ver o filme, fiquei um tanto besta pela sua semelhança com a animação, mesmo tendo sua diferença.
Umas das coisas que me deixou com medo era como serias as musicas que simplesmente foi demais. Logo no começo dá para ter o teor de como o filmes será, das diferenças com a animação.
No decorrer do filme fui me surpreendendo com as atuações, de ver como um dos meus atores favoritos combinou por demais com o seu personagem, mostrando varias facetas dele. Sobre os personagens, Aladdin carismático porem esquecível, Jasmine cativante e imponente – saber mais sobre o “passado” dela, saber um pouco sobre a mãe e o motivo dela viver presa no palácio foi essencial para trama dela e o solo dela foi maravilhoso, não poderia ter sido melhor, na minha opinião -, já o Gênio não tenho palavras foi inesquecível, maravilhoso, não tenho palavras para descrever. Por outro lado um dos vilões mais emblemáticos da Disney ficou a desejar, Jafar poderia ser bem melhor, pois comparado com a animação ele e excelente.
O enredo do filme é bem semelhante com a animação. Fico sem palavras, porem como em muitos filmes de “adaptação” poderia ter sido melhor, mostrando mais a verdadeira maldade do Jafar por exemplo. Porem o filme em si é muito bom.
Vim contar como foi essa nova experiência depois de passar 1 ano com a minha pequena mais linda. Pois posso dizer que é uma sensação estranha ter um serzinho que depende 100% de você.
Nós três primeiros meses, podemos dizer, que foram os mais “sofridos” para mim, principalmente por ser a primeira vez que cuidava de um bebê assim tão pequeno. Lembro que o primeiro banho dela em casa foi a minha mãe que deu. Pois estava morrendo de medo de fazer algo errado.
A Naomi sempre dormiu bem, acordava pouco na madrugada para mamar, fiz cama compartilhada com ela, porém ela dormia em um Moisés, para facilitar quando ela chorasse. Depois dos 3 meses tentei muito para que ela dormisse no berço, e como tentei, fazia ela dormir no colo mamando e coloca a ela no berço, não dava 2 minutos ela acordava. Mas teve um momento que não aguentei mais e deixei ela na cama e estou feliz com isso, fazer cama compartilhada foi uma ótima decisão para mim.
Referente a amamentação, como já disse a Naomi mamou logo que nasceu, saiu de mim e já pegou o peito, o que continua até lá dias de hoje. Mas imagino como vai ser para desmamar ela, acho que vou sofrer um pouco.
Sobre a alimentação, a Naomi mamou quase que exclusivamente até os 6 meses. Quase pelo fato da pediatra achar viável já ir dando suco e fruta para ela já ir se acostumando ( porém eu tinha lido que não era bom dar suco para a bebê antes de 1 ano por algum motivo). Quando ela estava com uns 8 meses se não me engano, foi onde ela teve a introdução alimentar de fato, tive problemas com algumas frutas e legumes. Mas começou a gostar de comer de tudo depois que entrou na creche.
Mas mesmo depois de tudo isso, dela se alimentar bem, tive um pequeno probleminha ela teve anemia por um bom período, mas é mais por causa da genética, mas graças isso foi resolvido.
Sobre o desenvolvimento, ela sempre foi uma bebê muito ativa, e esperta demais para o tempo dela. Quis pular algumas etapas, ela já queria andar antes mesmo de engatinhar, mais aprendeu a engatinha e não deu 1 mês ela já estava andando.
Sobre brinca eu deixa ela livre no chão ou na cama, quando estava junto, para poder explorar. Não sei celular e muito menos coloquei ela na cadeirinha para ficar assistindo desenhos. Deixava sim tocando as músicas para instigar ela o que deu basante efeito, colocava músicas e inglês e claro o meu vicio, músicas das Disney.
Em Fevereiro desse ano ela começou a ir para.a creche, nas primeiras semanas teve o estranhamento mais esta se adaptando muito bem fico feliz com isso ( acho que vou fazer lá para julho um posto sobre como ela está na creche).
Bem, posso dizer que ela é um bebê muito amável que gosta de dar e receber carinho, mas antes tem que ganhar a confiança dela.
Hoje fez 1 mês que meu bebê nasceu. Que a maior felicidade que eu poderia ter aconteceu.
Desde quando a minha filha linda nasceu, eu me pego pensando em como contar que foi esse dia tão diferente para mim. Um dia, que eu imaginei durante a minha gravidez um tanto diferente em tantos jeitos, sentidos e motivos.
Primeiramente eu me imaginava um pouco mais velha, um pouco não, vamos ser sinceras eu me imaginava bem mais velha do que eu com os meus 21 anos. Imaginava-me casada e morando em minha casa e com uma estabilidade financeira boa para ter poder trazer uma criança ao mundo.
Mas mesmo assim, o dia não poderia ser mais lindo, logico quando ela nasceu, pois antes não foi muito um mar de rosas como muitos podem achar, ou não, mas também não foi um inferno, como pode muito bem ocorrer com algumas pessoas.
Mas vamos começar do começo, minha filha nasceu no dia 07 de Abril, passado dois dias da data prevista. No dia previsto para ela nascer, 05/04, eu estava comemorando dois anos de namoro e era o aniversario do meu primo mas gordinho de 2 anos. Fui no medico como era previsto, está com dilatação de 2 cm, o medico disse que até o final do dia era bem provável que ela nasce. Voltei para casa e fiz o que fazia de todos os dias, porém nada da bolsa estoura só mesmo umas contrações bem espaçadas. Mas como está com dor, fui até o Hospital para tirar as devidas informações sobre como minha pequena estava, eu evolui para 3 cm de dilatação e foi só isso.
No dia seguinte fui com a minha mãe em no Centro Espirita que ela frequenta e andei basicamente Santana inteira com ela, sentindo contrações um pouco mais próximas umas das outras, como também uma leve dor na lombar. Mas novamente, nada da minha bolsa estourar. Passou o dia, voltamos para casa eu e minha mãe, tomei uma banho bem quente – pois li em algum lugar que isso ajudava na dilatação junto com a andança -, porém nada. Fui dormir.
Chegando de madrugas umas 3h da manhã, comecei a sentir muito incomodo que me acordava de 30 em 30 minutos. Sendo assim, até as 5h da manhã, onde acordei e resolvi ir ao banheiro fazer xixi. Fiz xixi e fui voltando para o meu quarto para dormir só mais um pouco, entretanto acabei sentando em uma cadeira que ficava do lado da porta da cozinha, para o meu quarto. Estava sentindo muita dor, mas ainda nada da minha bolsa estourar.
Eu e minha mãe resolvemos ligar para o meu pai e meu namorado, para podermos me levar ao hospital. Meu pai pois ele morava basicamente do lado de casa e meu namorado, não tanto. Nesse tempo de espera do meu pai chegar, fui tomar um banho, fiquei mais um pouco na água para amenizar a dor latente que estava sentindo, ajudou por um momento. E meu pai chegou, não consegui nem me arrumar direito, eles me apreçaram tanto para irmos ao hospital.
No caminho do Hospital HC – Hospital da Clinicas, chegando umas 6h, lá um enfermeira me tirou do serio que meu pai teve que intervir.
Desabafo desse momento pois sinto raiva até hoje. Não fui no Hospital mais próximo da minha casa, pois não me deu segurança, quando fiz a visita, só teve parto cessaria – o que não queria de forma alguma que acontecesse comigo. E o HC, é praticamente do lado de onde meu namorado mora. E dei uma leve mentira, falando que estava na casa dele naquela semana quando comecei a sentir a dor que estava sentindo. E aquele era o Hospital mais próxima da casa dele. Mas ai vai entrar o meu desabafo real, qual é o problema deu ir em qualquer outro hospital sem ser o que esta do lado da minha casa? Se eu tivesse na rua a mais de 10km da minha casa e minha filha resolvesse nascer eu teria que ir até o hospital que é do lado da casa, onde minha filha poderia nascer na metade do caminho. Ou ter a minha filha no hospital mais próximo de onde estou??Segundo o SUS, tenho que ir até o Hospital perto da minha casa e por ai vai. Que merda de programa é esse, onde a gravida não pode nem escolher onde quer ter o próprio filho. Quem me dera fosse assim com quem tem convenio também. Isso me marcou de tanta forma, que tenho raiva da enfermeira até o presente momento. Penso que essa não teve filhos e que caso tenha deve ter ido pelo particular.
Voltando, chegando passei com uma das medicas que me examinou, viu como minha filha estava, e eu lhe informei que não desejaria tomar nenhuma medicação, pois queria ter a minha filha o parto mais natural possível. E graças a Deus, foi feita a minha vontade. O meu namorado só foi chegar no hospital umas 13h, porque disso? Vocês podem perguntar, melhor deixar para lá, pois me irrita também no momento.
Fiquei andando para lá e para cá. Meu pai nesse momento estava com a gente. Cuidando e esperando até minha mãe poder ficar conosco. Foi por volta das 16h/17h, foi me informado que não tinha leito e que iriam pedir uma transferência de hospital, pedi para a minha segunda preferencia, a Maternidade Amparo Maternal. Eles conseguiram vaga, para mim para lá e fui com 7cm para 8 cm de dilatação de ambulância, até o Amparo.
No caminho para lá, sentia dores, mas estava dando muita risada também, pois está achando que minha filha poderia nascer lá mesmo. Mas chegando no Amparo, dei entrada normalmente e tive que esperar para passar com um medico, e nesse momento eu já não aguentava mais de tanta dor. O Hugo, meu namorado, estava fazendo massagem na minha lombar com o punho fechado – como se fosse soco. E eu estava sentindo já minha filha descendo e estando bem no meio, com a cabeça corando, se é que me entende.
Contudo, nos dois consultórios que tinha medico, entrou duas nigerianas, que estavam fazendo exame também, mas só foi abrir as pernas que os bebes saíram, as duas com um intervalo de 5 minutos. E com isso tivemos que esperar limpar a sala. E eu morrendo de dor.
Porém, eu observava o meu redor, e como sempre foi algo que me acalmou, eu vi que tinha mulheres com mais dores que eu. Então eu achei, bem, elas já devem estar com mais dilatação né. O que pouco depois descobri o contrario. kkk
Chegou minha vez, com o medico, passei com ele estava com 9cm, pouco para 10cm de dilatação. Ele me mandou internar. Graças! Foi o meu pensamento, não estava mais aguentando as dores. Tomei um banho, coloquei a camisola e logo fui para o quarto.
No quarto totalmente impaciente, pois se puderem ver, eu não comi nada, do momento que acordei até o momento que fui para o segundo hospital. Então como dá para perceber, mais de 12h sem comida. Eu estava querendo entrar no banho novamente, pois as dores começaram a ficar cada vez mais fortes e mais fortes. E comecei a xingar Deus e o mundo, chorando por uma cessaria. Para quem tinha fugido de uma cessaria, acabar pedindo uma foi bem complicado.
A medica chegou, viu como estávamos. E eu estava bem, com a dilatação perfeita, e pediu para eu escolher entre demorar mais uma 1 hora, por causa do banho ou ter a minha filha agora. Sem pensar duas vezes falei agora.
O único problema , ao me ver foi, a bolsa não tinha estourado e eles tentaram por duas vezes romper a bolsa. Dor como muitas relatam, 0. Porem eu queria muito que minha filha nascesse empelicada, mas nesse momento eu já nem pensava em mais nada! Sé me ver o rosto da minha gordinha.
Fiz as forças necessárias, gritei quando não era para gritar. E o parto correu o mais breve, humano possível. E assim nasceu a minha filhas as 19h45 do dia 07/04/2017.
Eu, minha Naomi, meu namorado Hugo.
Passo isso, minha filha já grudou no peito imediatamente, sem pensar duas vez. Ficou comigo no contato pele a pele. Depois foi ser pesada, enquanto eu era tratada. Tive uma laceração perineal, isso é minha filha com a sua linda cabeça, acabou me rasgando.
Contudo, acabei indo para o centro cirúrgico, pois estava com muita dor e os pontos não estavam ficando, onde tive que fazer uma “cessaria”. Onde fiz uma revisão do canal do parto. Minha filha ficou com as enfermeiras até eu sair do centro cirúrgico e meu namorado ter que voltar para casa. Onde minha mãe ficou comigo durante os 2 dias subsequentes. Outra coisa que não quero nem comentar. Minha filha, linda e maravilhosa volta para ficar com a mamãe e mamou um monte como ela faz até o momento.
Naomi Crisóstomo Ikeda
Nessas fotos acima da para ver como ela é uma neném lindo por demais! ♥ E saímos do hospital com ela totalmente saudável.
“Aproveitai o máximo vossa viagem, pois o regresso é certo e o trem da vida partirá a qualquer momento.”
Adauto Neves
O que pensar quando falar vamos andar de trem? Será que as crianças vão gostar de um passeio que nem os tempos antigos? E como seria legal andar em uma autentica Maria Fumaça? E ainda por cima não precisar sair de São Paulo?
Andar em uma locomotiva dos anos 1922, é um dos ótimos programas para fazer com a família inteira! O passeio conta com monitores que contam historias sobre a locomotiva. Simulam paticas que eram utilizadas nas viagens de trem.
O trajeto sai da Estação Memorial, onde a locomotiva recua e vai até a Estação da Mooca, passando depois pelo Museu da Imigração e vai até a estação Brás, percorrendo assim 3 Km. O embarque acontece na Rua Visconde de Parnaíba, percorrendo os trilhos do Ramal Ferroviário dos Imigrantes, e o desembarque é no ponto inicial.
Os passeios podem acontecer aos sábados, domingos e feriados, das 11h as 16h. A locomotiva sai de hora em hora dependendo a quantidade de publico. Pode escolher o vagão que gostaria de embarcar. Sendo duas opções o vão de 1950 e o vagão de 1928.
O trem tem passeios nos dias uteis, mas para excursões e eventos.
Creio que dar um passeio de locomotiva ainda em São Paulo, deve ser um sonho! Pois assim podemos voltar ao passado e sentir como os “antepassados” sentiam quando andavam de trem.
Paras as crianças que sempre sonham em poder dirigir um carro, agora podem! Nos dias 16 e 23 de Outubro, o Parque do Ibirapuera , e nos dia 30 de Outubro, o Parque Villa Lobos, recebem o programa Transito e eu, onde os pequenos aprenderam as noções de sustentabilidades, transito e cidadania.
Crianças de 7 a 11 anos, poderão brincar como ciclistas, pedestres e motoristas , podendo dirigir minicarros elétricos, disponível no local.Evento gratuito das 8h as 18h, os pais ou responsáveis tem que agendar um horário para poder participar.
Há uma mini-cidade, que foi criada especialmente para a criançada, com ruas, faixas,ciclofaixa, placas, e coisas que toda cidade tem. Os pequenos são divididos em turmas, os que são os motoristas, ciclistas e pedestres, depois os papeis se invertem para cada um passar por cada experiencia.
As sessões podem receber 8 crianças no máximo, tendo duração de 25 minutos, tudo monitorado. A criança passa por aulas teóricas, depois trítica. Depois das aulas teóricas, recebem uma simbólica carteira de habilitação e começa as atividades pedagógicas.
Além de informar sobre as normas do transito, simulações praticas, importância da coletividade, a outras atividades, como jogo de tabuleiro, sala para colorir imagens lúdicas, teatros que apresentam as regras do transito para as crianças que não quiserem participar do circuito
É uma iniciativa do de dois projetos, o Caminhos para a Cidadania, o Instituto CCR e O “Transito e eu”, do Instituto Renault
Vou falar de um filme que está em cartaz no cinema Pets – A vida secreta dos bichos.
A premissa do filme é mostrar como é a vida dos bichos de estimação dentro de casa quando os donos saem. É meio bobinho, mas um tanto divertido. Não imaginava que poderia ser assim o filme, foi um tanto surpreendente.
O filme é bastante frenético, rápido, maluco, e com foca na ação das personagens. O segmento principal da historia é de Max, um cão que se mostra totalmente apaixonado pela sua dona, que o adotou quando pequeno. Mostrando como é amizade entre os dois até que ela adota um outro cachorro que estava no canil, o grande e todo marrom Duke. Como é normal em qualquer relação, o Max fica com um ciumes imenso e faz o possível para expulsar Duke de sua casa, com a ajuda amigos, aminais vizinhos, cachorro, gata e um passarinho.
No dia seguinte todos eles estão indo ao parque, Duke e Max acabam parando em um beco onde há vários gatos ‘selvagens’, em um momento chega a carrocinha e os captura. Na carrocinha há um cão feroz que será regatado por um coelho – muito fofo- porco todo tatuado e uma iguana. Eles formam um movimento anti humano, para saírem da carrocinha Duke e Max fingem que também não gostam de humanos. Em simultâneo uma cadela chamada Gigi, totalmente apaixonada por Max, não mede esforços para tentar resgata-lo.
Através de esgoto, festa, resgate, perseguição, explosão, Pets tem um jeito bem rápido, não dando tempo para respirar. Sendo uma animação criativa e engraçada. Não é uma animação perfeita para criança, pois pode haver questionamento sobre varias questões. Mas vale a pena assistir!
Domingo fui ao cinema com minha irmã, mãe, a mãe da amiga da minha irmã e a amiga dela. Fomos assistir ao filme que acabou de estrear Cegonhas: A história que não te contaram.
É um filme infantil de fantasia com comedia. Foi um dos filmes que me fez ficar todo feliz e chorona – talvez por ser por causa dos baby’s. Mostra um pouco da curiosidade que temos para saber sobre varias coisas do mundo, nossa curiosidade quando crianças em saber como bebês nascem. O filme conta a jornada de trabalho das cegonhas, que eram responsáveis por fabricar e entregar os baby’s em suas devidas casas.
Com o trabalho que os recém-nascidos dão para entrega-los, as cegonhas decidem abandonar o cargo para fazer entrega de uma loja virtual, a Loja da Esquina. Conhecemos Junior que tem o desejo de ser chefe da empresa, mas para conseguir tem que fazer uma coisa que ninguém gosta de fazer, demitir a Tulipa. Uma órfã, cuja a entrega nunca foi feita, pois uma das cegonhas se apaixonou por ela. Não conseguindo demiti-la, Junior resolve manda-lá para a sessão de cartas, um lugar isolado, e a proibindo de sair.
Até o momento que ela recebe a carta de Nando, um garoto que os pais trabalham muito e não tem tempo com ele e com isso deseja um irmão. Para complicar tudo, Tulipa aciona a antiga fabrica de bebês. E para não acabar com a sua carreira Junior faz de tudo para entregar a pequena bebê para a sua família.
Cegonhas é uma animação que mexe muito o publico, trazendo vários tipos de públicos, pois a simplicidade, a ingenuidade e conhecimentos dos personagens é incrível. Como eles mostram a maternidade e o papel dos pais na vida dos filhos, a dificuldade que é cuidar de um bebê, o amor que a mãe sente quando vê o bebê pela primeira vez, o desespero dos pais com o choro da criança, faça com que os pais e futuros papais se identifiquem.
É um filme que indico para assistir a qualquer hora, pois foi um dos poucos que me fez chorar em momentos táticos quando você vê um baby lindo nos braços dos pais. Sendo assim posso dizer com certeza que eu amei esse filme!