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Aqui se faz… Aqui se Paga ….

Como pode ter pessoas que acham que se acham superior e melhores que os outros, passando por cima.

“Dá a cara a tapa… Mais Deixa nas mãos da vida o golpe final… Aqui se faz aqui se paga. Não suje suas mãos, nas mãos da vida o tombo será bem maior”

M.I.R.L

A pouco comecei a acreditar nesse ditado, aqui se faz aqui se paga. Primeiramente não foi pelo sentido ruim e sim pelo sentido de que se fazemos algo errado para o próximo, teremos consequência. Podendo ser pequena ou não.

Porém por mais uma vez, algo muito interessante me acontece na empresa em que estou a trabalhar. Faço o meu trabalho, podendo se dizer que com perfeição – pois mesmo doente, com dor, cansada e irritada, atendo sorrindo como se não tivesse acontecendo nada.

Mas como em todo o lugar, sempre terá um “companheiro” de trabalho que vem a reclamar sobre qualquer coisa que você faça. Você foi ao banheiro e não avisou para poderem puxar a ligação. Você fala carinhosamente com alguém e não fala com essa pessoa, vai lá e reclama com seus superior sobre e você não pode mas falar isso com essas pessoa. Você saiu para comprar algo para comer, no momento que não almoçou, pois sua comida estragou, foi lá e reclamou com o supervisor. Sendo que essa mesma pessoa fica o tempo todo fora da sua mesa, conversa com DEUS e o mundo sobre qualquer coisa sem ser do trabalho e fala mal para todos de você. E depois essa pessoa se faz de SANTA.

Mas eu muito mais do que tudo comecei a acreditar na lei do retorno, aqui se faz aqui se paga. A pessoa pode esta a mais tempo na empresa, mas se faz tudo isso, tem medo de ser substituída por alguém melhor. Se meu currículo é melhor do que o dela, não faço a mínima. Mas para essa pessoa fazer o que faz é bem provável que seja, ou estou errada?

Eu sou justa, pelo menos creio que seja. Mas quando vem pisando em cima é bem complicado. Tento ser educada na medida do possível, tento não mostrar o meu descontentamento na medida do possível, sei que tenho uma tendência a revirar os olhos dependendo do que a pessoa fala. Mas sinceramente eu me policio totalmente, para não ter problemas. Porém uma A que que faço já é motivo para falar e falar sobre o que não sabe.

Não sei mas o meu sentimento para com a empresa, da qual eu estava muito feliz de trabalhar em um empresa que tem o que essa tem. Visando as coisas para o meu futuro e o futuro da empresa, porém tem tanta coisa errada e tanta coisa que não é certo, para com determinados funcionários que sei lá é complicado isso. Gostar do ambiente, eu ainda posso dizer que gosto, mas das pessoas estou começando a ser bem seletiva com quem eu posso falar ou fazer qualquer coisa do gênero.

Vamos ver como as coisas vão ser daqui para frente.

Trabalho

Será que é certo?

Como é você estar em um trabalho do qual desmerecem o seu esforço e ainda por cima pegam suas ideia e jogam no lixo, ou melhor ainda pegam o que você faz e fazem como se fosse eles que tiveram todo o trabalho par fazer?

A pouco venho passando por isso, do qual faço mais do que o meu próprio trabalho ajudado, vulgo supervisores, porém na hora do reconhecimento ou te falar coisas boas, bem. É mas critica em cima de critica.

Trabalhar com pessoas com pensamentos ruim, diretrizes ruim, personalidades ruim e um porre. Mas isso acontece diariamente com diversas pessoas e cabe a nos ver se é bom o ruim o que eles falam ou fazem para a nossa pessoa.

Porém o complicado de tudo isso, é quando você é “subordinado” do mesmo. Você mostra trabalho, faz coisas que não é da sua função, sem reclamar e nem esperar elogio. Entretanto em um momento o seu trabalho é mostrado para outros da empresa e os mesmos elogiam e gostam o seu trabalho. Mas a sua dita “supervisora” fala eu não entendi, achei muito complicado isso, tem como explicar? O que você faria nessa situação?

Em muitos momentos podemos pensar, os outros só falaram o que falaram para me agradar, não fiz um bom trabalho. Duvida em si do trabalho que você vem fazendo diariamente, mostrando as sua habilidades e capacidades para a melhoria da empresa.

Mas, ai você descobri, como que sem querer, através de um e-mail, que a pessoa pegou o seu trabalho para ter vantagem para com o dono/presidente. Por isso ficou falando mal e mal do trabalho feito.

Creio que ninguém é obrigado a engolir sapo toda hora, principalmente em relação ao trabalho. Já acho errada essa expressão. Pois um bom trabalho e um bom andamento da empresa depende de todos se dar bem e acima de tudo de todos reconhecer o trabalho do outro e não passar por cima.

Se você que está lendo, tem medo de outros pegarem o seu emprego por saber mais que você. Estude para competir com os mesmos, e não os sabote. Pois isso é uma das coisas mais feias que pode acontecer. Pois depois pode descobrir o que aconteceu e ser prejudicial para você, e aí sim você perder o seu AMADO emprego.

Se agora, você que está lendo isso, é o que se sente mal, por ser sabotado. Por favor, tente não ligar, pois em sua empresa pode ter certeza que tem pessoas corretas, que vê o que você faz, seu esforço, trabalho duro que faz, e que mostra trabalho acima de tudo. Eles podem muito bem ter, mas contato com o Proprietários/Presidente/Supervisor, que podem ver o seu trabalho ser reconhecido, mostrando na verdade quem são as pessoas erradas nessa situação.

Eu só creio que em todos os momentos, você como pessoa deveria parar para pensar isso que eu faço é o certo? Isso que eu faço para empresa, para comigo é o certo? O que estou fazendo com o meu “colega”, em subjugar o seu trabalho é o certo? Posso achar certo, mas verdadeiramente é correto?

Que fique esse pensamento, é certo você crescer em cima de outras, para ter a sua aclamada gloria na empresa???

Livros

Livro: 100 Dias em Paris


Sinopse: O relato de uma escritora que se deu de presente uma viagem a Paris, sozinha, e que por lá ficou mais de três meses fincando pequenas raízes: alugou apartamento, fez compras no supermercado, foi à manicure. Teve que se de´brouiller: se virar. Acabou virando um pouquinho parisiense e andou, andou muito, se perdendo para se achar. Foi com a intenção de redescobrir a cidade, de olhar Paris como se fosse a primeira vez, e também para ter um tempo para olhar para si mesmo, se redescobrir – e se divertir.

O que dizer de um livro que achei de fato que seria promissor??

Será que posso dizer que o livro não me prendeu nem um pouco, enquanto lia achava difícil a narrativa, os trejeitos da autora de escrever, por parecer estar escrevendo em um blog. A cada momento em que começa a ver um nova capitulo, um novo parágrafo, o livro não me prendia de maneira nenhuma. Mas foi me cativando por achar Paris, um lugar bonito de se ver e apreciar.

Não tive uma leitura de dar risadas, como li em algumas resenhas antes de começar a ler o livro. Mas, não posso negar que ver pelos olhos da Autora o que acha de Paris e como passou os seus 100 dias lá é um tanto interessante, principalmente no final onde ela explica e mostra lugares e informações necessarias para passar alguns dias em Paris, tanto para se aventurar sem rumo, como com um planejamento.

Um ponto positivo que só encontrei no final do livro junto com as dicas de lugares e algumas informações, foi os museus para crianças se divertirem e parques, sem ser só o Disneylândia – mesmo que eu seja apaixonada pela Disney e queira muito ir-, eu quero acima de tudo que meus filhos tenham uma experiência verdadeira com um cultura diferente quando pudermos ir para lá.

Outro ponto positivo e que me cativou muito, por assim se dizer, foi saber de lugares para conhecer, restaurantes, ruas e por assim vai.

Posso dizer que chegando no final do livro fui pegando um interesse por ele, maior do que imaginaria. Vi também dicas de dois livros que quero comprar e ler. Infelizmente não achei o livro agradável, peço perdão a autora. Pois creio que se tivesse escrito de outra forma, é bem provável que devoraria o livro de uma só vez. Mas por outro lado, achei o livro bem promissor, e caso necessite em uma futura viagem para lá, eu possa apreciar o livro de uma maneira que não consegui no momento.

Nota: 5

Saúde

Depressão

Nunca despreze as pessoas deprimidas. A depressão é o último estágio da dor humana.
Augusto Cury

É tão difícil para mim falar um tanto abertamente disso, pois estar com um sorriso não e mais fácil, sei que todos temos nossos momentos de preocupação, angústias, tristezas, mas cada um sabe o limite que pode aguentar.

Falar abertamente sobre uma doença que não é vista como tal para muitos e sim por falta de Deus no coração e complicado. Pois sim, eu sei que falar isso é a mesma coisa que dizer que não creio n’Ele, mas é muito ao contrário. Pois posso ter Deus em meu coração e mente e ainda sim ter depressão.

Vamos agora dizer o que e depressão segundo especialistas: “Depressão (CID – F33) é uma doença psiquiatra crônica e recorrente que produz uma alteração do humor caracterízada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbio de sono e do apetite.”

Será que é estranho, eu dizer que tenho sintomas de depressão desde nova, entre os meus 10/ 12 anos, mais foi só no meus 20 anos, basicamente há 2 anos atrás que comecei a tomar remédios controlados para a depressão e ansiedade e para dormir como tal.
Não sei dizer se é assim com todo mundo, mais em meu consciente eu sempre soube que havia algo ‘errado’ comigo. Pois eu na escola fazia acompanhamento com psicóloga na qual eu acabei criando um gosto, por não ter com quem conversar / desabafar sobre cosias difíceis, com meus pais e alguns amigos.
Mas a pergunta de 1 milhão e POR QUE UMA CRIANÇA DE 10/12 ANOS TEM DEPRESSÃO? Creio que no meu caso foi primeiramente problemas de baixa autoestima, problemas familiares.
E tão estranho pensar nisso, depois de +/- 10 anos, mas lembro tão bem dos motivos por ainda ter alguns me assombrando. Posso dizer que era uma menina extremamente tímida, introvertida e pouco comunicativa, quase que o oposto de agora. Era madrinha, mais tinha o rosto um pouco mais cheio – dito como falsa magra -, era mediana nos estudos – porém demorei muito para ler. Lembrando aqui me via como um patinho feio e tinha certeza que as pessoas ao meu redor me viam da mesma forma. E com isso fui casa vez me encolhendo e ficando na minha. Até a primeira vez que tentei me matar, algo que não tinha colocado para fora até o momento. (Não façam isso pelo amor). Passei os anos “bem”, sem ninguém da minha saber sobre esses acontecimento e sem suspeitar dos surtos que eu tive.
Mas foi até eu engravidar, onde estava começando a ficar difícil sorrir, e fui vindo a perceber nesses últimos anos como eu aprendi a esconder os meus sentimentos da minha família. 
Se bem me lembro, não deve ter isso no meu Diário de Gravidez, mas quando descobri que estava grávida tentei me matar, ou pelo menos abortar ( pode ter um post aqui sobre) – e já estou vendo que vai ter muita gente que vai me julgar -, mais eu estava Fazendo faculdade e desempregada.  Lembro que tomei todos remédios que encontro em casa e estava torcendo para que desse certo, mais felizmente não deu, porém o que me veio foi a culpa gritante e os pesadelos que eu estava passeando por causa da gravidez indesejada, entretanto eu estava me apaixonando pela sensação de ter a minha filha dentro de mim.
Porém foi pouco tempo depois que minha filha nasceu que acabei por ter depressão pós parto e que com o tempo se “transformou” na Depressão Normal.
Para não fazer mal a minha pequena, comecei a passar com psiquiatra e tomar remédios mais tentei me matar com o remédio, tomei bastante e minha psiquiatra ficou abismada por eu não ter precisando ficar internada. E des daquele dia meu remédio e controlado pelos outros. Mas já faz 1 ano que não tenho nada, por vezes tenho pensamentos mais tentar nada.

Antidepressivos tratam a dor da Depressão, mas não curam o sentimento de culpa e nem tratam angústia da solidão
Augusto Cury

Em suma ainda estou em fase de tratamento, só esperando passar, pois olhando para alguma aspectos da minha vida é muito difícil conviver com uma doença e ainda ser julgada por ela, onde falam que e frescura, falta do que fazer, ou até falta de Deus, mais só quem passa por isso sabe verdadeiramente o que é.
Uma das coisas que sei e que  passar pelo que eu passei , e ainda passo não é fácil, perdi empregos por ter que ir em psiquiatra, s escutar ainda de familiares que é falta de Deus ou que estou assim por não ter emprego e não fazer nada. Mais a das coisas que sei com certeza é que mesmo no começo eu ter feito algo para um serzinho que estava dentro de mim, ela é a única coisa que me faz ter forças, pois estou a fazer tudo para dar o melhor para ela.
Pois o que mais quero é dar um sorriso verdadeiro, mesmo que seja verdade que ainda somos capazes de momentos felizes apesar de grande parte de nós estarmos nós sentindo para baixo.

Se você está deprimido, vocês está vivendo no passado.
Se você está ansioso, você está vivendo no futuro.
Se você está em paz, você está vivendo no momento presente.
Lao Tzu

Tem um videio no Youtube que foi me mostrado pela minha psiquiatra que acho bem interessante para podermos entender um pouco mais sobre o que é depressão.

Segue link: https://www.youtube.com/watch?v=T2XLwjy65LA

Sobre Mim. · Vegan

Pensando sobre Vegetarianismo

Sabe aquela estranha sensação de que tem algo errado em como você vêm vivendo? Eu tive isso, depois de ver um status do meu amigo no WhatsApp, ele postou sobre veganismo.

Achei muito interessante, isso não tem como negar. Imaginei se conseguirei “viver” assim, por gostar muito de comer carne, e por essa cultura de sermos carnívoros.

Mas uma coisa me motivou a pensar duas vezes antes de comer carne, que foi ver como os animais são tratados, como eles vivem e como eles se alimentam.

Sei que parar de comer carne no momento está um tanto difícil para mim, digo que diminui um pouco o consumo. Mas tem um alimento específico que adorava comer, mais agora só de ver me dá algo, que é o OVO, como bolo, panqueca, omelete. Mas só ele, frito, cozido, mexido não desce muito bem. Creio que seja por saber o que é ovo.

A outro alimento que eu não como, muito antes de ver sobre, era mais porque não gosto muito do gosto dessa carne, com excessão de um tipo – não sei se é considerado isso – que é o bacon. Outras partes do porco não gosto muito, mas por minha irmã adorar, meio que tenho que comer, pois é o que tem para o momento.

Mas posso dizer que na minha família é um tanto comum também comermos muito frutas, legumes e vegetais. Mas é muito raro ter um prato só com legumes e vegetais (um prato que comemos muito e gostamos é Ratatuilli).

Estou pensando muito em experimentar essa vida, mais saudável. Mas preciso pesquisar e me aprofundar um pouco mais sobre o vegetarianismo. Pois sei que tem sua variantes e preciso saber qual me encaixo.
Vou pesquisar e colocar aqui também. Quero muito registar como será essa experiência.

Família

Ajuda dos Familiares

Não sei se é só comigo que isso acontece, pois não escuto muito relato sobre. Porém e um pouco F***a, quando você precisa de ajuda com seu filho e a pessoa que você pensou que poderia contar não te ajuda, e só te descepciona.
Digo isso, porque tinha conseguido um emprego, porém o horário era um tanto ruim no período da tarde para noite. Com isso, infelizmente não conseguiria pegar a minha filha que vem de transporte escolar, consequentemente não estaria com ela na janta e nem para fazer ela dormir.
Pedi para uma tia-avó minha, que veio de Pernambuco para me ajudar, mais não deu muito certo, por diversos motivos. Falei com o meu pai também, porém não poderia ficar com ela todos os dias. Então veio a outra pessoa que pensei que poderia contar, minha mãe, pois meu pai e ela poderiam revezar no cuidado. Mas infelizmente recebi um corte feio falando que não tinha como pois ela tinha as coisas dela, o que não vem ao caso, e que não poderia me ajudar.
Mas quando penso nisso, meu pai também tem as coisas dele para fazer, mas ele teve a opção de me ajudar de alguma maneira.
Eu não tô quente um emprego só por quer. Quero por que preciso e muito, pois tenho contas para pagar e tenho o dever para com a minha filha também que depende de mim. O pior não foi isso em si, passou alguns dias e tive que escutar que não faço nada. Porém tinha conseguido algo só que na tive ajuda. Só tenho ajuda para me criticar.
E o engraçado é que depois a pessoa fica pedindo para ficar com a minha irmã, que tem 12 anos, quando vai sair ou fazer qualquer, e não quer deixar ela sozinha em casa.
Mas se abro a boca e falo que não vou ficar com ela sou mal agradecida ou qualquer coisa do gênero, e me lembra toda hora que sou “ovelha negra da família”.

Maternidade

Chega de Tetê!

Não sei vocês, mais desde quando a Naomi tem uns 6 meses, escuto que já está na hora dela parar de mamar, que e impossível eu ainda ter leite, ela esta fazando o peito de chupeta, e que ela vai ficar igual a um primo de segundo grau meu que com 5 anos levantava a blusa da mãe não importando onde estava para mamar.

Isso me irrita muito, pois quem vem falar isso são pessoas próximas, familiares, amigos. Mas os piores são os familiares, que sempre encontram um motivo para me criticar e criticar como estou criando a Naomi.

O pior é elas falando que a pequena só vai parar de mamar se eu engravidar de novo, parece que estou rogando praga, por vezes sou bem educada e dou um sorriso concordando para não entrar em briga.

Mas é isso toda hora e ficam falando e falando e menosprezam o vínculo que fiz por causa da amamentação e os ensinamentos de que a Naomi e livre pra decidir se quer parar ou não.

Eu, com sinceridade, quero muito que a Naomi mame até não quer mais, mas novamente vivemos em uma sociedade onde pessoas que pensam diferente é errado. Sei que não estou dando se mamar para ela para alimenta-la, pois agora com a idade dela ele é um mero complemento. Mas sinto que sempre que ela mama estamos um pouco mais conectadas, onde ela se sente mais amada e vão criando autonomia para parar sozinha.

A pediatra dela até hoje não reclamou dela continuar mamando, mas caso diga algo irei conversar e ir tirando aos poucos o peito da Naomi. Sei que vou sentir muita falta dos nossos momentos.

Beleza

O Boticário: Match – Máscara Capilar Liga dos Coloridos

Cuidados com o cabelo. Novamente amostra da Boticário, dessa vez Hidratante da linha Match para cabelos coloridos.

O que promete?

A Match Máscara Capilar Liga dos Coloridos prolonga a durabilidade da cor e retarda o envelhecimento dos fios deixando os cabelos 60% mais macios. Formulada com filtro UV e Extrato de Girassol, a máscara protege a fibra capilar contra danos externos, como sol, altas temperaturas e cloro e prolonga a durabilidade da cor para um colorido intenso, brilhoso e cheio de vida.

Como foi comigo?

Usei durante um tempo, mas cada vez que usava meu cabelo ficava com aspecto ruim, parando que eles não aceitavam os ingredientes que compõe a máscara de hidratação. Achei o cheiro de um dos perfumes da Boticário, não vou lembrar o nome, mas lembro que meu avô usava, sendo um cheiro bem forte.

Não recomendado para quem tem aversão a cheiro fortes.

Brinde
RS 55,90

Filmes

Aladdin

Sinceramente, não sei o que falar desse filmes, ainda estou tentando me recompor. Por ser super fá da Disney já tinha minhas expectativas lá em cima. Mas ao ver o filme, fiquei um tanto besta pela sua semelhança com a animação, mesmo tendo sua diferença.

Umas das coisas que me deixou com medo era como serias as musicas que simplesmente foi demais. Logo no começo dá para ter o teor de como o filmes será, das diferenças com a animação.

No decorrer do filme fui me surpreendendo com as atuações, de ver como um dos meus atores favoritos combinou por demais com o seu personagem, mostrando varias facetas dele. Sobre os personagens, Aladdin carismático porem esquecível, Jasmine cativante e imponente – saber mais sobre o “passado” dela, saber um pouco sobre a mãe e o motivo dela viver presa no palácio foi essencial para trama dela e o solo dela foi maravilhoso, não poderia ter sido melhor, na minha opinião -, já o Gênio não tenho palavras foi inesquecível, maravilhoso, não tenho palavras para descrever. Por outro lado um dos vilões mais emblemáticos da Disney ficou a desejar, Jafar poderia ser bem melhor, pois comparado com a animação ele e excelente.

O enredo do filme é bem semelhante com a animação. Fico sem palavras, porem como em muitos filmes de “adaptação” poderia ter sido melhor, mostrando mais a verdadeira maldade do Jafar por exemplo. Porem o filme em si é muito bom.

Note: 9

Maternidade

Mãe Perante à Sociedade

Com recentes acontecimentos ver como nos mães somos tratadas junto a industria de trabalho, tem me causado um tanto de indignação na nossa sociedade atual. É um tanto engraçado em pensar nisso.

Por sermos mães, temos responsabilidades distintas com os nossos filhos, somos basicamente as únicas responsáveis em leva-los ao médicos quando ficam doentes, podemos ter com quem deixar, mas ficamos pensando será que me filho está bem?

Não retiro o mérito de PAIS que fazem o papel deles, mas a cada dia vejo mães assim como eu há procura de emprego e são rejeitadas pelo simples motivos de seremos mães. sem ao menos saberem se somos capazes para o serviço.

Digo isso por ter passado por um, caso recentemente, fui fazer um entrevistas para um empresa, foi feita a prova de português, matemática e inglês no qual foi dito que passei e fui falar com a gerente de RH e a supervisora do Setor.

Quando me chamaram para conversar comigo e foi dito que tenho uma filha de 2 ano, já veio perguntas com quem ela fica? Ela vai para escola? Quem pega ela? Se ela ficar doente quem ficará com ela?

Sabe tive que me segurar para não dar uma resposta atravessada, pois simplesmente cansa ir atrás de emprego e toda hora ser dispensada por causa da minha filha. Isso cria uma decepção e um sentimento de inferioridade por ser mãe.

Pois depois vem falar que há varias mulheres desempregadas, sendo que quando estamos a procura para um relocação, são poucas as empresas dispostas a dar essa “ajuda”. Sei que tem o lado a empresa, porem sendo mãe, podemos ajudar pois passarmos por momentos que nos ajudaria com os nossos deveres junto a empresa.

Mas a parte mais engraçada dessa relação mãe – trabalho – sociedade é que por sermos mães somos menosprezadas ou até inferior pois escolhemos (ou não) ser mães, e ainda temos que desistir de ter um carreira de sucesso, pois temos filhos para criar.