Hoje, vou contar como foi conhecer meus 2 enteados, que hoje são o amor da minha vida. E como lidei com o fato de ser uma madrasta.
Antes de mais nada uma pequena explicação. Quando comecei a namorar, a ex do meu namorado estava gravida do mais novo.
Então, conheci minha enteada Harumi de 1 ano na época, quando eu e meu namorado marcamos de ir ao parque para ela sair um pouco de casa. No começo foi um pouco estranho, para todos nos. Fiquei sem jeito, é difícil saber como uma criança vai lidar com você. E ofato foi que tanto eu quanto ela estávamos um tanto tímidas. Mas depois de um tempo brincando ela se solto comigo, largou do meu namorado e nem queria mais ir com ele. Foi engraçado isso, pois ela o tinha trocado por mim! Ficamos brincando durante um tempo, comemos sorvete, nos divertimos bastante. Só foi uma tristeza quando eu tive que dar tchau para ela, pois mesmo conhecendo ela só durante um dia, meu namorado sempre falava dela e achei uma fofa.
Já com o meu enteado Hideki, conheci com 4 meses, com ele foi um tanto choque. Pois o ele não foi esperado conhecer. Estávamos passando uns dias na casa da mãe do meu namorado. E a ex pediu algo, e o meu namorado junto com a mãe foram deixar na casa do namorado dela, para mim iria ser só isso. Mas quando eles voltam estão com o pequeno. Eu a principio não conseguia ficar com ele, por medo quem sabe. Só que depois de um tempo me acostumei e fiquei brincando com ele, mas foi pouco. Pois não tinha certeza se era a coisa certa a fazer.
Depois de algum tempo e por diversas circunstancia, eu tenho mais contato com os meus enteados do que eu imaginaria que teria. Eles são parte de mim. Aprendi muitas coisas convivendo com eles, brincando e dando amor. Pois como toda criança, eles amam dar e receber carinho.
Creio que a unica dificuldade que estou a passar por ser madrasta, é mais em um caso um tanto extremo, é falarem que estou tentando tomar o lugar da mãe deles. O que eu de coração, não quero. Não por não ama-los como se fossem meus, mais sim por ser de extrema dor de cabeça tanto para mim como para o meu namorado quanto para os pequenos, quando uma mãe implica com coisas desse gênero. Pois no meu ponto de vista a mãe tem um papel e a madrasta tem outro, e ambas devem amar a criança de seu jeito.

