Não sei vocês, mais desde quando a Naomi tem uns 6 meses, escuto que já está na hora dela parar de mamar, que e impossível eu ainda ter leite, ela esta fazando o peito de chupeta, e que ela vai ficar igual a um primo de segundo grau meu que com 5 anos levantava a blusa da mãe não importando onde estava para mamar.
Isso me irrita muito, pois quem vem falar isso são pessoas próximas, familiares, amigos. Mas os piores são os familiares, que sempre encontram um motivo para me criticar e criticar como estou criando a Naomi.
O pior é elas falando que a pequena só vai parar de mamar se eu engravidar de novo, parece que estou rogando praga, por vezes sou bem educada e dou um sorriso concordando para não entrar em briga.
Mas é isso toda hora e ficam falando e falando e menosprezam o vínculo que fiz por causa da amamentação e os ensinamentos de que a Naomi e livre pra decidir se quer parar ou não.
Eu, com sinceridade, quero muito que a Naomi mame até não quer mais, mas novamente vivemos em uma sociedade onde pessoas que pensam diferente é errado. Sei que não estou dando se mamar para ela para alimenta-la, pois agora com a idade dela ele é um mero complemento. Mas sinto que sempre que ela mama estamos um pouco mais conectadas, onde ela se sente mais amada e vão criando autonomia para parar sozinha.
A pediatra dela até hoje não reclamou dela continuar mamando, mas caso diga algo irei conversar e ir tirando aos poucos o peito da Naomi. Sei que vou sentir muita falta dos nossos momentos.
Com recentes acontecimentos ver como nos mães somos tratadas junto a industria de trabalho, tem me causado um tanto de indignação na nossa sociedade atual. É um tanto engraçado em pensar nisso.
Por sermos mães, temos responsabilidades distintas com os nossos filhos, somos basicamente as únicas responsáveis em leva-los ao médicos quando ficam doentes, podemos ter com quem deixar, mas ficamos pensando será que me filho está bem?
Não retiro o mérito dePAISque fazem o papel deles, mas a cada dia vejo mães assim como eu há procura de emprego e são rejeitadas pelo simples motivos de seremos mães. sem ao menos saberem se somos capazes para o serviço.
Digo isso por ter passado por um, caso recentemente, fui fazer um entrevistas para um empresa, foi feita a prova de português, matemática e inglês no qual foi dito que passei e fui falar com a gerente de RH e a supervisora do Setor.
Quando me chamaram para conversar comigo e foi dito que tenho uma filha de 2 ano, já veio perguntas com quem ela fica? Ela vai para escola? Quem pega ela? Se ela ficar doente quem ficará com ela?
Sabe tive que me segurar para não dar uma resposta atravessada, pois simplesmente cansa ir atrás de emprego e toda hora ser dispensada por causa da minha filha. Isso cria uma decepção e um sentimento de inferioridade por ser mãe.
Pois depois vem falar que há varias mulheres desempregadas, sendo que quando estamos a procura para um relocação, são poucas as empresas dispostas a dar essa “ajuda”. Sei que tem o lado a empresa, porem sendo mãe, podemos ajudar pois passarmos por momentos que nos ajudaria com os nossos deveres junto a empresa.
Mas a parte mais engraçada dessa relação mãe – trabalho – sociedade é que por sermos mães somos menosprezadas ou até inferior pois escolhemos (ou não) ser mães, e ainda temos que desistir de ter um carreira de sucesso, pois temos filhos para criar.
Vim contar como foi essa nova experiência depois de passar 1 ano com a minha pequena mais linda. Pois posso dizer que é uma sensação estranha ter um serzinho que depende 100% de você.
Nós três primeiros meses, podemos dizer, que foram os mais “sofridos” para mim, principalmente por ser a primeira vez que cuidava de um bebê assim tão pequeno. Lembro que o primeiro banho dela em casa foi a minha mãe que deu. Pois estava morrendo de medo de fazer algo errado.
A Naomi sempre dormiu bem, acordava pouco na madrugada para mamar, fiz cama compartilhada com ela, porém ela dormia em um Moisés, para facilitar quando ela chorasse. Depois dos 3 meses tentei muito para que ela dormisse no berço, e como tentei, fazia ela dormir no colo mamando e coloca a ela no berço, não dava 2 minutos ela acordava. Mas teve um momento que não aguentei mais e deixei ela na cama e estou feliz com isso, fazer cama compartilhada foi uma ótima decisão para mim.
Referente a amamentação, como já disse a Naomi mamou logo que nasceu, saiu de mim e já pegou o peito, o que continua até lá dias de hoje. Mas imagino como vai ser para desmamar ela, acho que vou sofrer um pouco.
Sobre a alimentação, a Naomi mamou quase que exclusivamente até os 6 meses. Quase pelo fato da pediatra achar viável já ir dando suco e fruta para ela já ir se acostumando ( porém eu tinha lido que não era bom dar suco para a bebê antes de 1 ano por algum motivo). Quando ela estava com uns 8 meses se não me engano, foi onde ela teve a introdução alimentar de fato, tive problemas com algumas frutas e legumes. Mas começou a gostar de comer de tudo depois que entrou na creche.
Mas mesmo depois de tudo isso, dela se alimentar bem, tive um pequeno probleminha ela teve anemia por um bom período, mas é mais por causa da genética, mas graças isso foi resolvido.
Sobre o desenvolvimento, ela sempre foi uma bebê muito ativa, e esperta demais para o tempo dela. Quis pular algumas etapas, ela já queria andar antes mesmo de engatinhar, mais aprendeu a engatinha e não deu 1 mês ela já estava andando.
Sobre brinca eu deixa ela livre no chão ou na cama, quando estava junto, para poder explorar. Não sei celular e muito menos coloquei ela na cadeirinha para ficar assistindo desenhos. Deixava sim tocando as músicas para instigar ela o que deu basante efeito, colocava músicas e inglês e claro o meu vicio, músicas das Disney.
Em Fevereiro desse ano ela começou a ir para.a creche, nas primeiras semanas teve o estranhamento mais esta se adaptando muito bem fico feliz com isso ( acho que vou fazer lá para julho um posto sobre como ela está na creche).
Bem, posso dizer que ela é um bebê muito amável que gosta de dar e receber carinho, mas antes tem que ganhar a confiança dela.
Hoje fez 1 mês que meu bebê nasceu. Que a maior felicidade que eu poderia ter aconteceu.
Desde quando a minha filha linda nasceu, eu me pego pensando em como contar que foi esse dia tão diferente para mim. Um dia, que eu imaginei durante a minha gravidez um tanto diferente em tantos jeitos, sentidos e motivos.
Primeiramente eu me imaginava um pouco mais velha, um pouco não, vamos ser sinceras eu me imaginava bem mais velha do que eu com os meus 21 anos. Imaginava-me casada e morando em minha casa e com uma estabilidade financeira boa para ter poder trazer uma criança ao mundo.
Mas mesmo assim, o dia não poderia ser mais lindo, logico quando ela nasceu, pois antes não foi muito um mar de rosas como muitos podem achar, ou não, mas também não foi um inferno, como pode muito bem ocorrer com algumas pessoas.
Mas vamos começar do começo, minha filha nasceu no dia 07 de Abril, passado dois dias da data prevista. No dia previsto para ela nascer, 05/04, eu estava comemorando dois anos de namoro e era o aniversario do meu primo mas gordinho de 2 anos. Fui no medico como era previsto, está com dilatação de 2 cm, o medico disse que até o final do dia era bem provável que ela nasce. Voltei para casa e fiz o que fazia de todos os dias, porém nada da bolsa estoura só mesmo umas contrações bem espaçadas. Mas como está com dor, fui até o Hospital para tirar as devidas informações sobre como minha pequena estava, eu evolui para 3 cm de dilatação e foi só isso.
No dia seguinte fui com a minha mãe em no Centro Espirita que ela frequenta e andei basicamente Santana inteira com ela, sentindo contrações um pouco mais próximas umas das outras, como também uma leve dor na lombar. Mas novamente, nada da minha bolsa estourar. Passou o dia, voltamos para casa eu e minha mãe, tomei uma banho bem quente – pois li em algum lugar que isso ajudava na dilatação junto com a andança -, porém nada. Fui dormir.
Chegando de madrugas umas 3h da manhã, comecei a sentir muito incomodo que me acordava de 30 em 30 minutos. Sendo assim, até as 5h da manhã, onde acordei e resolvi ir ao banheiro fazer xixi. Fiz xixi e fui voltando para o meu quarto para dormir só mais um pouco, entretanto acabei sentando em uma cadeira que ficava do lado da porta da cozinha, para o meu quarto. Estava sentindo muita dor, mas ainda nada da minha bolsa estourar.
Eu e minha mãe resolvemos ligar para o meu pai e meu namorado, para podermos me levar ao hospital. Meu pai pois ele morava basicamente do lado de casa e meu namorado, não tanto. Nesse tempo de espera do meu pai chegar, fui tomar um banho, fiquei mais um pouco na água para amenizar a dor latente que estava sentindo, ajudou por um momento. E meu pai chegou, não consegui nem me arrumar direito, eles me apreçaram tanto para irmos ao hospital.
No caminho do Hospital HC – Hospital da Clinicas, chegando umas 6h, lá um enfermeira me tirou do serio que meu pai teve que intervir.
Desabafo desse momento pois sinto raiva até hoje. Não fui no Hospital mais próximo da minha casa, pois não me deu segurança, quando fiz a visita, só teve parto cessaria – o que não queria de forma alguma que acontecesse comigo. E o HC, é praticamente do lado de onde meu namorado mora. E dei uma leve mentira, falando que estava na casa dele naquela semana quando comecei a sentir a dor que estava sentindo. E aquele era o Hospital mais próxima da casa dele. Mas ai vai entrar o meu desabafo real, qual é o problema deu ir em qualquer outro hospital sem ser o que esta do lado da minha casa? Se eu tivesse na rua a mais de 10km da minha casa e minha filha resolvesse nascer eu teria que ir até o hospital que é do lado da casa, onde minha filha poderia nascer na metade do caminho. Ou ter a minha filha no hospital mais próximo de onde estou??Segundo o SUS, tenho que ir até o Hospital perto da minha casa e por ai vai. Que merda de programa é esse, onde a gravida não pode nem escolher onde quer ter o próprio filho. Quem me dera fosse assim com quem tem convenio também. Isso me marcou de tanta forma, que tenho raiva da enfermeira até o presente momento. Penso que essa não teve filhos e que caso tenha deve ter ido pelo particular.
Voltando, chegando passei com uma das medicas que me examinou, viu como minha filha estava, e eu lhe informei que não desejaria tomar nenhuma medicação, pois queria ter a minha filha o parto mais natural possível. E graças a Deus, foi feita a minha vontade. O meu namorado só foi chegar no hospital umas 13h, porque disso? Vocês podem perguntar, melhor deixar para lá, pois me irrita também no momento.
Fiquei andando para lá e para cá. Meu pai nesse momento estava com a gente. Cuidando e esperando até minha mãe poder ficar conosco. Foi por volta das 16h/17h, foi me informado que não tinha leito e que iriam pedir uma transferência de hospital, pedi para a minha segunda preferencia, a Maternidade Amparo Maternal. Eles conseguiram vaga, para mim para lá e fui com 7cm para 8 cm de dilatação de ambulância, até o Amparo.
No caminho para lá, sentia dores, mas estava dando muita risada também, pois está achando que minha filha poderia nascer lá mesmo. Mas chegando no Amparo, dei entrada normalmente e tive que esperar para passar com um medico, e nesse momento eu já não aguentava mais de tanta dor. O Hugo, meu namorado, estava fazendo massagem na minha lombar com o punho fechado – como se fosse soco. E eu estava sentindo já minha filha descendo e estando bem no meio, com a cabeça corando, se é que me entende.
Contudo, nos dois consultórios que tinha medico, entrou duas nigerianas, que estavam fazendo exame também, mas só foi abrir as pernas que os bebes saíram, as duas com um intervalo de 5 minutos. E com isso tivemos que esperar limpar a sala. E eu morrendo de dor.
Porém, eu observava o meu redor, e como sempre foi algo que me acalmou, eu vi que tinha mulheres com mais dores que eu. Então eu achei, bem, elas já devem estar com mais dilatação né. O que pouco depois descobri o contrario. kkk
Chegou minha vez, com o medico, passei com ele estava com 9cm, pouco para 10cm de dilatação. Ele me mandou internar. Graças! Foi o meu pensamento, não estava mais aguentando as dores. Tomei um banho, coloquei a camisola e logo fui para o quarto.
No quarto totalmente impaciente, pois se puderem ver, eu não comi nada, do momento que acordei até o momento que fui para o segundo hospital. Então como dá para perceber, mais de 12h sem comida. Eu estava querendo entrar no banho novamente, pois as dores começaram a ficar cada vez mais fortes e mais fortes. E comecei a xingar Deus e o mundo, chorando por uma cessaria. Para quem tinha fugido de uma cessaria, acabar pedindo uma foi bem complicado.
A medica chegou, viu como estávamos. E eu estava bem, com a dilatação perfeita, e pediu para eu escolher entre demorar mais uma 1 hora, por causa do banho ou ter a minha filha agora. Sem pensar duas vezes falei agora.
O único problema , ao me ver foi, a bolsa não tinha estourado e eles tentaram por duas vezes romper a bolsa. Dor como muitas relatam, 0. Porem eu queria muito que minha filha nascesse empelicada, mas nesse momento eu já nem pensava em mais nada! Sé me ver o rosto da minha gordinha.
Fiz as forças necessárias, gritei quando não era para gritar. E o parto correu o mais breve, humano possível. E assim nasceu a minha filhas as 19h45 do dia 07/04/2017.
Eu, minha Naomi, meu namorado Hugo.
Passo isso, minha filha já grudou no peito imediatamente, sem pensar duas vez. Ficou comigo no contato pele a pele. Depois foi ser pesada, enquanto eu era tratada. Tive uma laceração perineal, isso é minha filha com a sua linda cabeça, acabou me rasgando.
Contudo, acabei indo para o centro cirúrgico, pois estava com muita dor e os pontos não estavam ficando, onde tive que fazer uma “cessaria”. Onde fiz uma revisão do canal do parto. Minha filha ficou com as enfermeiras até eu sair do centro cirúrgico e meu namorado ter que voltar para casa. Onde minha mãe ficou comigo durante os 2 dias subsequentes. Outra coisa que não quero nem comentar. Minha filha, linda e maravilhosa volta para ficar com a mamãe e mamou um monte como ela faz até o momento.
Naomi Crisóstomo Ikeda
Nessas fotos acima da para ver como ela é uma neném lindo por demais! ♥ E saímos do hospital com ela totalmente saudável.
Escolher a Saída Maternidade que o seu bebê usara é bem difícil, principalmente para uma mãe de primeira viagem. Mas tenho uma pequena experiencia com a minha mãe escolhendo a saída da minha irmã mais nova.
Mas aqui hoje, vamos falar sobre os significados das cores da saída. Pois elas estão sempre associadas a varias definições, sendo que na maioria das vezes são escolhidas por essa ligação. É normal os futuros pais escolherem cores especificas para esses dias de vida de seu bebê.
Amarelo: representa vida, prosperidade e riqueza;
Azul: representa tranquilidade e paz;
Branco: representa leveza e pureza;
Lilas: representa delicadeza;
Rosa: representa felicidade e amor;
Verde: representa paz, serenidade e saúde;
Vermelho: representa boa energia, proteção e tira maus olhados e invejas.
No Brasil é comum os bebês usarem amarelo no primeiro dia de vida e vermelho no dia da saída. Eu lembro que o da minha irmã foi amarelo no primeiro dia, mas no ultimo dia eu não lembro muito bem.
Mas um Diário de Gravidez. Posso dizer essa semana não foi uma das mas prazerosas para mim. O começo tudo bem, mil maravalhas, uma pequena mentira! Pois estou correndo planejando o Chá de bebê da minha pequena. Então, lá fui eu correr atrás de gráficas para imprimir os convites em um preço bom e que fosse de qualidade.
Já na terça feira, correria também. Minha irmã chegou de viagem, junto com a minha avó. Eu morrendo de dor de ser chutada bem nas costelas pela minha pequetuxa, e as malditas já contrações. O que fez eu passar o dia quase que inteiro na cama. Só levantando a cada dois minutos para ir ao banheiro ou comer algo! Essa vida de gente gravida!
O que estragou completamente minha semana foi, quarta-feira. Acompanhei meu pai para deixar minha irmã na escola. Depois disso foi na Têxtil Abril, trocar uma roupa para mim. A gravidez já esta em um estado que minhas roupas não servem mais em mim…. (O que não sei se choro eu se dou risada, pois não estou como as outras gravidas com 32 semanas! Pareço ter bem menos). Depois disso lá vou eu, para a São Bento, mandar fazer os convites do chá de bebê. Quase no centrão da Cidade de S.Paulo, achei um lugar que faz com um preço bacana e não tentando tirar a alma das pessoas para poder pagar! Já para o final da tarde/noite, estou em casa mexendo no instagram e vejo que recebi uma mensagem de alguém que nunca vi na vida. Uma mensagem nada animadora, me xingando e acabando por desejar que eu entre em trabalho de parto prematuramente.
Fiquei em choque e bem abalada, pois nunca fiz nada para ninguém, para desejar isso para mim! Conversei com uma amiga sobre isso e mostrei para o meu namorado, que falaram para fazer um boletim de ocorrência. Pois não é a primeira vez que fazem isso!
Já na quinta, ainda mal sobre o acontecimento, fui pegar os convites para já separar e entregar para familiares e amigos. Não passou de uma quinta normal! Com a minha pequena chutando muito e me fazendo passar mal por causa desse calor.
Sexta, finalmente chegou! Dia de limpar a casa, de preferencia o quarto. Limpei tudo o que acabou me deixando com dores e mais dores nas costas. E já arrumei o berço, montando com o Kit berço para ficar a coisa mais fofa que a mamãe poderia ter visto! O que me faz contar os segundos para ver minha filha nos meus braços.
Oh grande Sábado, acordar cedo para ir no curso de gestante perto da minha casa. Ficar com dor por passar muito tempo sentada, com a pequena se mexendo para lá é para cá. Provavelmente estava tendo uma festa dentro de mim. rsrs E para chegar em casa e não fazer nada o dia inteiro, só ficar na cama deitada vendo filmes e series! Vida boa essa!
Meu belo domingo, hoje, convidei minha prima/irmã para almoçar aqui em casa. Pois estava com saudades dela e como queria ajuda dela para pensar em algumas coisas do chá de bebê, então fazer desse jeito foi bem mais fácil!
E podemos dizer que assim foi essa 32 semanas de gravidez. Passei um pouco de estresse, fiquei triste e deprimida, mas também tive muitos momentos de alegria. Minha família sempre consegue tirar mesmo que seja um pequeno riso meu!
Ontem foi o dia que visitei a Maternidade do Hospital Mandaqui, as visitas só são de quarta no período da tarde.
Chegando, tem que ir na recepção do Hospital, fazer um “cadastro” de que irá visitar a maternidade, sendo um pouco mal informada as atendentes, pois não sabiam quando é o dia e o horário que as futuras mamães vão lá conhecer. Depois desse breve cadastro, nos dão uma etiqueta para colar na roupa para podermos ir para a alá da Ginecologia/Maternidade, no primeiro andar.
Chegando na alá da Ginecologia/Maternidade, devemos ir para a sala da Assistente Social, onde ela pegará nossos dados (sendo o nosso nome, o nome do acompanhante – caso tenha um -, e a onde você esta fazendo o pré-natal). Depois disso a assistente pergunta se já tínhamos a mala pronta e se tínhamos alguma duvida sobre o que levar no dia. Com isso ela fala que não precisa levar uma mala muito grande, por ser um espaço pequeno.
O que ela pede é para levar é:
Chinelo;
Toalha de banho para a mãe;
Toalha do banho do bebê;
Lenços Umedecidos – por não ter no hospital;
Fralda – o hospital fornece, mas muitas vezes pode estar em falta, então pedem para levar um pacote pequeno;
6 Trocas de roupa para o bebê;
Fala que não precisa levar todas as roupas, pois conforme vai sujando o pai/ avos vão levando para casa. Assim não acumulando muito espaço. Fala também que as visitas são das 11h ás 20h, todos os dias. Tendo direito a acompanhante no quarto, só não oferecem refeição para os acompanhantes, mas isso é algo que o hospital está estudando para ver se consegue a refeição aos acompanhantes.
Comunica que sé tiver piercing, corrente ou anel de ouro é bom deixar em casa, pois em caso de perda/roubo o hospital não se responsabiliza. Pois pode ficar tanto com uma moradora de rua, usuária de drogas, não sabendo com quem ficara no quarto. O mesmo vale para celular muito caro, maquina fotográfica, etc.
O acompanhante pode fica desdo momento em que a futura mamãe entra no Hospital, sendo no pré-parto, parto e pós-parto. Auxiliando em todo o procedimento a mamãe. O parto acontece no terceiro andar no Centro Obstétrico, onde assiste o parto e quando a mamãe descer ele desce também com ela e com o bebê. Mas caso haja algum problema com o recém-nascido, ele vai para o berçário. Onde a mãe e o pai tem visita liberada todos os dias e os avos todas as terças-feiras ás 14h.
Informa também que a mamãe fica 48h caso tenha em parto normal, e 72h parto cesária. Mas caso tenha alguma complicação é difícil prever o tempo que ficará. Depois que nasce já sai com a primeira consulta na UBS marcada e com o exame do pezinho pronta. E depois de 45 dias, tem que voltar no hospital, com um canhoto que vai dentro da caderneta do bebê, que é um comprovante para a retirada do exame do pezinho.
Certidão de nascimento é feita no próprio hospital no primeiro andar do lado das salas dos médicos da ginecologia. Podendo ser o pai que registre com o RG de ambos. Já em caso de menor de idade, o responsável tem que tirar uma DNV ( Declaração de Nascido Vivo), onde entrega para a mãe e registra.
Em caso de dificuldade financeira, com o pai desempregado, mãe menos de idade, caso tenha ficado desempregado e tenha dificuldade de montar o enxoval, pode pedir para as voluntarias/doulas, senhoras com roupas dor de rosas. E com isso é só informar que esta precisando que elas dão uma bolsa com alguns itens do enxoval.
Os alojamentos são para 3 pessoas e os acompanhantes não ficam no quarto, tendo uma “salinha” para eles ficarem, dormindo em cadeiras. Tem banheiro para as mães no quarto. Muito simples, com 3 camas e com os bebês juntos – sendo chamados de alojamento com conjunto.
Quando eu fui só tinha mais duas mães visitando o que eu achei um tanto estranho, pois para mim é quase que uma obrigação conhecer a maternidade que minha filha vai, nascer. Um dos pontos positivos é que o hospital não proíbe as filmagens e fotos na hora do parto, mas tendo que perguntar para o medico na hora, mas tudo depende do medico em si, e não do hospital. Um dos pontos negativos, achei super estranho porque dos quartos que visitamos, as mamães tiveram parto cesária. O que não é normal para a reputação que os hospitais públicos estão passando que estão fazendo parto humanizado e mais parto normal do que os hospitais particulares.
Não há muito o que falar sobre a maternidade, pois parece ser boa. Mas para mim não me pareceu um lugar muito aconchegante e acolhedor, principalmente que terei que ficar sozinha durante a maior parte do tempo. E também achei que ter 3 mães em um quarto é muito. Até duas pessoas eu entendo, mesmo por ser hospital publico.
Bom, agora tenho mais algumas maternidades para visitar antes que minha pequena nasça. E espero que de tempo de visitar as maternidades que tenho como opção para o nascimento dela.
É tão complicado assim dar a noticia da gravidez? Principalmente pra a família?
A primeira pessoa que contem sobre a gravidez, foi para o meu namorado. Ficamos bastante surpreso. A outra pessoa foi a minha melhor amiga/quase irmã que ficou super feliz com a noticia de ser tia. O problema nisso tudo foi em si falar para os meus pais e familiares.
Primeiro eu falei com a minha mãe sobre estar com suspeita da gravidez, ela virou e falou antes de mais nada vamos fazer o exame de sangue para ter absoluta certeza sobre o fato. Ela não brigou nem nada, esperava isso dela por ter apenas 21 anos. Depois disso fui falar com o meu pai, que também levou nunca boa, só perguntando como eu e meu namorado iriamos fazer de agora em diante. E antes mesmo deu ter a resposta definitiva, meu pai já contou para meus tios e primos.
Na família por parte de pai, só a minha prima/quase irmã que sabia das coisas que eu estava sentindo, todas as minhas dores e angustias de contar para os meus pais. Meus tios e primos, fizeram uma pergunta aqui e ali, querendo saber como eu estava e só isso. Só uma tia mesmo que virou e perguntou na lata se eu estava mesmo gravida, mas como ainda não era certeza falei que não sabia. Mas depois da resposta, bem aceitaram numa boa. E como são bastante receptivos e carinhos com a situação, falaram que com qualquer coisa vão me ajudar.
Já a minha família por parte de mãe, essa é um pouco mais complicado de contar.Pois tenho dois tios que sempre foram a minha inspiração, sempre levei bronca deles quando parava ou não estava muito afim de continuar com algo. Para eles dei a noticia no dia 02, sim, nesse domingo. Dei a noticia um tanto receosa pois não sabia como eles iriam agir. E podemos dizer que agiram como eu imagina, um pouco mais ao extremo, mas do jeito que imaginava. Meio que sabia que eles poderiam não aceitar. Mas por um lado, era o que eu precisava saber.
A unica parte boa disso tudo, é que todos da minha família, queria meu bem e se propôs a fazer de tudo para me ajudar.