Como é difícil lidar com o primeiro resfriado de um bebe quando se é mãe de primeira viagem. Minha pequena acabou ficando resfriada. Está ruim desde quarta-feira (28/06), eu havia levado ela ao PS na sexta-feira (23/06) por achar que ela estava espirrando muito e tava tendo um pouco de dificuldade para respirar. A médica disse que não era nada de mais e era só fazer inalação e colocar rinosoro que iria melhorar.
Fiz tudo isso e nada a minha pequena voltar a respirar melhor. Ela veio piorando, mas eu sempre tomei o cuidado de deixar ela bem protegida contra essas mudanças loucas do tempo, principalmente aqui em S.Paulo onde uma hora esta um calor de 29°C e de repente esta 16°C.
Mas com a piora dela, ela vem dormindo menos, tem uma falta de ar tremenda, não vem conseguindo mamar direito. E minha preocupação vem crescendo cada vez mais.
Ser mãe de primeira viagem é isso preocupações em cima de preocupação e sempre se culpando pelas coisas que acontecem com o bebê.
Hoje fez 1 mês que meu bebê nasceu. Que a maior felicidade que eu poderia ter aconteceu.
Desde quando a minha filha linda nasceu, eu me pego pensando em como contar que foi esse dia tão diferente para mim. Um dia, que eu imaginei durante a minha gravidez um tanto diferente em tantos jeitos, sentidos e motivos.
Primeiramente eu me imaginava um pouco mais velha, um pouco não, vamos ser sinceras eu me imaginava bem mais velha do que eu com os meus 21 anos. Imaginava-me casada e morando em minha casa e com uma estabilidade financeira boa para ter poder trazer uma criança ao mundo.
Mas mesmo assim, o dia não poderia ser mais lindo, logico quando ela nasceu, pois antes não foi muito um mar de rosas como muitos podem achar, ou não, mas também não foi um inferno, como pode muito bem ocorrer com algumas pessoas.
Mas vamos começar do começo, minha filha nasceu no dia 07 de Abril, passado dois dias da data prevista. No dia previsto para ela nascer, 05/04, eu estava comemorando dois anos de namoro e era o aniversario do meu primo mas gordinho de 2 anos. Fui no medico como era previsto, está com dilatação de 2 cm, o medico disse que até o final do dia era bem provável que ela nasce. Voltei para casa e fiz o que fazia de todos os dias, porém nada da bolsa estoura só mesmo umas contrações bem espaçadas. Mas como está com dor, fui até o Hospital para tirar as devidas informações sobre como minha pequena estava, eu evolui para 3 cm de dilatação e foi só isso.
No dia seguinte fui com a minha mãe em no Centro Espirita que ela frequenta e andei basicamente Santana inteira com ela, sentindo contrações um pouco mais próximas umas das outras, como também uma leve dor na lombar. Mas novamente, nada da minha bolsa estourar. Passou o dia, voltamos para casa eu e minha mãe, tomei uma banho bem quente – pois li em algum lugar que isso ajudava na dilatação junto com a andança -, porém nada. Fui dormir.
Chegando de madrugas umas 3h da manhã, comecei a sentir muito incomodo que me acordava de 30 em 30 minutos. Sendo assim, até as 5h da manhã, onde acordei e resolvi ir ao banheiro fazer xixi. Fiz xixi e fui voltando para o meu quarto para dormir só mais um pouco, entretanto acabei sentando em uma cadeira que ficava do lado da porta da cozinha, para o meu quarto. Estava sentindo muita dor, mas ainda nada da minha bolsa estourar.
Eu e minha mãe resolvemos ligar para o meu pai e meu namorado, para podermos me levar ao hospital. Meu pai pois ele morava basicamente do lado de casa e meu namorado, não tanto. Nesse tempo de espera do meu pai chegar, fui tomar um banho, fiquei mais um pouco na água para amenizar a dor latente que estava sentindo, ajudou por um momento. E meu pai chegou, não consegui nem me arrumar direito, eles me apreçaram tanto para irmos ao hospital.
No caminho do Hospital HC – Hospital da Clinicas, chegando umas 6h, lá um enfermeira me tirou do serio que meu pai teve que intervir.
Desabafo desse momento pois sinto raiva até hoje. Não fui no Hospital mais próximo da minha casa, pois não me deu segurança, quando fiz a visita, só teve parto cessaria – o que não queria de forma alguma que acontecesse comigo. E o HC, é praticamente do lado de onde meu namorado mora. E dei uma leve mentira, falando que estava na casa dele naquela semana quando comecei a sentir a dor que estava sentindo. E aquele era o Hospital mais próxima da casa dele. Mas ai vai entrar o meu desabafo real, qual é o problema deu ir em qualquer outro hospital sem ser o que esta do lado da minha casa? Se eu tivesse na rua a mais de 10km da minha casa e minha filha resolvesse nascer eu teria que ir até o hospital que é do lado da casa, onde minha filha poderia nascer na metade do caminho. Ou ter a minha filha no hospital mais próximo de onde estou??Segundo o SUS, tenho que ir até o Hospital perto da minha casa e por ai vai. Que merda de programa é esse, onde a gravida não pode nem escolher onde quer ter o próprio filho. Quem me dera fosse assim com quem tem convenio também. Isso me marcou de tanta forma, que tenho raiva da enfermeira até o presente momento. Penso que essa não teve filhos e que caso tenha deve ter ido pelo particular.
Voltando, chegando passei com uma das medicas que me examinou, viu como minha filha estava, e eu lhe informei que não desejaria tomar nenhuma medicação, pois queria ter a minha filha o parto mais natural possível. E graças a Deus, foi feita a minha vontade. O meu namorado só foi chegar no hospital umas 13h, porque disso? Vocês podem perguntar, melhor deixar para lá, pois me irrita também no momento.
Fiquei andando para lá e para cá. Meu pai nesse momento estava com a gente. Cuidando e esperando até minha mãe poder ficar conosco. Foi por volta das 16h/17h, foi me informado que não tinha leito e que iriam pedir uma transferência de hospital, pedi para a minha segunda preferencia, a Maternidade Amparo Maternal. Eles conseguiram vaga, para mim para lá e fui com 7cm para 8 cm de dilatação de ambulância, até o Amparo.
No caminho para lá, sentia dores, mas estava dando muita risada também, pois está achando que minha filha poderia nascer lá mesmo. Mas chegando no Amparo, dei entrada normalmente e tive que esperar para passar com um medico, e nesse momento eu já não aguentava mais de tanta dor. O Hugo, meu namorado, estava fazendo massagem na minha lombar com o punho fechado – como se fosse soco. E eu estava sentindo já minha filha descendo e estando bem no meio, com a cabeça corando, se é que me entende.
Contudo, nos dois consultórios que tinha medico, entrou duas nigerianas, que estavam fazendo exame também, mas só foi abrir as pernas que os bebes saíram, as duas com um intervalo de 5 minutos. E com isso tivemos que esperar limpar a sala. E eu morrendo de dor.
Porém, eu observava o meu redor, e como sempre foi algo que me acalmou, eu vi que tinha mulheres com mais dores que eu. Então eu achei, bem, elas já devem estar com mais dilatação né. O que pouco depois descobri o contrario. kkk
Chegou minha vez, com o medico, passei com ele estava com 9cm, pouco para 10cm de dilatação. Ele me mandou internar. Graças! Foi o meu pensamento, não estava mais aguentando as dores. Tomei um banho, coloquei a camisola e logo fui para o quarto.
No quarto totalmente impaciente, pois se puderem ver, eu não comi nada, do momento que acordei até o momento que fui para o segundo hospital. Então como dá para perceber, mais de 12h sem comida. Eu estava querendo entrar no banho novamente, pois as dores começaram a ficar cada vez mais fortes e mais fortes. E comecei a xingar Deus e o mundo, chorando por uma cessaria. Para quem tinha fugido de uma cessaria, acabar pedindo uma foi bem complicado.
A medica chegou, viu como estávamos. E eu estava bem, com a dilatação perfeita, e pediu para eu escolher entre demorar mais uma 1 hora, por causa do banho ou ter a minha filha agora. Sem pensar duas vezes falei agora.
O único problema , ao me ver foi, a bolsa não tinha estourado e eles tentaram por duas vezes romper a bolsa. Dor como muitas relatam, 0. Porem eu queria muito que minha filha nascesse empelicada, mas nesse momento eu já nem pensava em mais nada! Sé me ver o rosto da minha gordinha.
Fiz as forças necessárias, gritei quando não era para gritar. E o parto correu o mais breve, humano possível. E assim nasceu a minha filhas as 19h45 do dia 07/04/2017.
Eu, minha Naomi, meu namorado Hugo.
Passo isso, minha filha já grudou no peito imediatamente, sem pensar duas vez. Ficou comigo no contato pele a pele. Depois foi ser pesada, enquanto eu era tratada. Tive uma laceração perineal, isso é minha filha com a sua linda cabeça, acabou me rasgando.
Contudo, acabei indo para o centro cirúrgico, pois estava com muita dor e os pontos não estavam ficando, onde tive que fazer uma “cessaria”. Onde fiz uma revisão do canal do parto. Minha filha ficou com as enfermeiras até eu sair do centro cirúrgico e meu namorado ter que voltar para casa. Onde minha mãe ficou comigo durante os 2 dias subsequentes. Outra coisa que não quero nem comentar. Minha filha, linda e maravilhosa volta para ficar com a mamãe e mamou um monte como ela faz até o momento.
Naomi Crisóstomo Ikeda
Nessas fotos acima da para ver como ela é uma neném lindo por demais! ♥ E saímos do hospital com ela totalmente saudável.
Naomi significa “meu deleite”, “minha doçura” ou “aquela que é bonita e honesta”, “a honestidade bela”.
O nome Naomi tem origem no Hebraico Na’omiy, Naomi, que quer dizer !agradabilidade,amenidade,deleite” , também está relacionado com a origem Árabe Na’ima que significa “era agradável”.
Tem a mesma origem de Noemia, e é citado no Antigo Testamento da Bíblia sob a forma Noemi, nome da sogra de Ruth, que após a morte do seu marido mudou seu nome para Mara “amargura”.
Também é um nome de origem Japonesa, formado partir da união dos elementos Nao , que significa “honesto, reto” e mi que quer dizer “bonito, belo” e significa “aquela que é bonita e honesta” ou “honestidade bela”.
Tem aqui no blog como escolher o nome para o seu bebe e como eu escolhi o da Naomi e o nome que eu fiquei na duvida.
Escolher o nome certo é uma missão difícil, sendo uma decisão para a vida inteira.
Por onde começar?
Falar com o parceiro sobre assunto, tendo uma lista em mãos, para acrescentar uma nome interessante. Há muita coisa para levar em conta na hora de decidir o nome: agradar á família, fugir de apelidos embaraçosos e evitar nomes que remetam a lembranças ruins.
Som e Compatibilidade: Diga em voz alto o nome completo do seu filho (a), como o nome e sobrenome. O nome combina com o sobrenome? Não se esqueça de tentar também só o primeiro e o ultimo nome, caso de haver vários sobrenome. as vezes nomes mais curtos combinam com sobrenomes compridos.
Originalidade: Um nome incomum tem a vantagem de fazer a pessoa se destacar, ter um nome muito frequente vai fazer com que seu filho acaba sendo conhecido pelo sobrenome, pois haverá mais de um na classe. Por outrora um nome estranho demais, ou difícil de pronuncia, pode acabar chamando atenção indesejada.
Nomes repetidos: Talvez você sempre tenha sonhado, em dar determinado nome ao seu filho, mais sua cunhada deu o mesmo nome ao filho dela que acabou de nascer. Por um lado é estranho ter dois primos com o mesmo nome, mas por outro lado você não deve abrir mão do nome dos seus sonhos. Uma alternativa é criar um nome composto, para diferenciar o do seu filho.
Homenagens: Há famílias que escolhem nome de acordo com a preferencia religiosas, é há outras tradições, como a de dar o nome do pai ao primogênito, criando os juniores, filhos e netos. Se concordar com a tradição, ótimo. Se não, não deixe que os familiares imponham uma escolha que não é sua. Converse francamente com seu companheiro.
Significado: No dia-a-dia, pouca gente vai pensar no significado do seu filho, mesmo porque as origens são obscuras e sujeitas a questionamentos.
Apelidos: Crianças são cruéis quando querem, por isso quando escolher o nome pense em todos os potencias apelidos ligados a ele, para ver se não há “perigo” nele.
Grafia: O fato de ter ou não de soletrar o nome o tempo todos incomoda algumas pessoas. Na hora de decidir o nome e sobrenome que a criança terá imagine ela tendo que dar o nome completo a um atendente.
Posso dizer que ainda não sei qual nome colocar. A unica certeza que tenho é que será um nome japonês, ai fica a duvida de qual será?!
Existe diferentes tipos de carrinho, o que é fácil se perder na hora de escolher. Ter um carrinho não é essencial, mas pode facilitar a vida, especialmente quando precisa fazer alguma coisa em casa ou sair. Com isso, existe aproximadamente 9 tipos de carrinhos que pode dificultar as coisas na hora de escolher.
Como:
Trio Completo: Que é a opção mais completa, porém a mais cara. É composto de um carrinho senta e deita, mas bebê conforto e um Moisés que funciona como berço.
Travel System: consiste de um carrinho sólido e não muito leve, que senta e deita e vem com bebê conforto. Tendo base para ser colocado em automóveis.
Carrinho que senta e deita: o carrinho não deita completamente. Por ser aberto o baby tem que ficar com sinto toda hora. Por muitas vezes é compatível com bebê conforto da mesma marca.
Carrinho que virá cadeira: alguns tipos de carrinho, é possível virar a cadeira de formar que o bebê possa olhar para a mãe.
Carrinha guarda-chuva: é o mais leve e mais barato e ocupa menos espaço.
Carrinho 3 rodas: projetado para enfrentar terrenos mais acidentados. Alguns modelos permitem que corra enquanto empurra o carrinho, mas deve ter freio.
Carrinho para gêmeos lado a lado: prático principalmente para gêmeos, mas é usado para crianças de idades diferentes.
Carrinhos para gêmeos tremzinho: pode ser usado para gêmeos, mas é mais usado para crianças de idades diferentes. Pois pode ter assentos menos desconfortáveis que o outro.
Carrinho com carona: carrinhos com degrau ou branquinho para o irmão mais velho.
No próximo post vou fazer umas perguntas para quando for comprar um carrinho.
Essa foi uma semana normal, com poucos acontecimentos.
Na segunda feira fui ao Hospital A.C Camargo pegar uns resultados de exames que eu fiz lá, antes de saber da minha gravidez.
Terça foi um dia normal em casa deitada assistindo séries e filmes, comecei a sentir bem de leve quando fico de bruços meu bebê se mexendo. Aí que sensação estranha…. kkkkk
Na quarta foi o aniversário do meu namorado fui lá na casa da minha sogra com um bolo para comemorarmos. Bem brigamos, o que é meio normal isso acontecer. Mas me deixou muito triste, provavelmente sintomas da gravidez, né?
Passei o restante da semana lá, mesmo brigados e voltei hoje sem problemas entre a gente.
Para começar essa semana eu tive que ir ao hospital, na segunda feira, pois a gripe que vinha sentindo ficou um tanto pior e ainda comecei a sentir dores. A medica falou que estava tudo bem com o bebê e me refeito um remédio para a gripe e para a dor.
Na terça feira, tive a minha primeira consulta do pré natal com a enfermeira, que já me receitou o acido fólico e o sulfato ferroso. Mandou eu fazer exame de sangue e já marcar para fazer o meu primeiro ultrassom. Nesse mesmo dia eu ebmeu namorado tivemos uma briga feia, tudo por causo do que meus tios falaram para mim.
Quarta feira, dia de tirar o estresse, por ter sido o dia das crianças sai com minha mãe, irma e minha avó para irmos ao shopping e ao cinema assistir um filme que minha irma escolheu, É Fada , foi bastante divertido até.
Quinta feira, fui ao posto fazer o exame de sangue, de lá a mamãe foi ao terapeuta. Lá conversei sobre tudo, até sobre a falta de apoio que vinha tendo do meu namorado, ela me deu apoio de conversar com ele e tentarmos chegar em um acordo. Foi o que fiz, saindo de lá fui na casa dele e conversamos. E no final ele disse que estaria do meu lado segurando a minha mão.
Os outros dias passaram numa boa, sem muito acontecimento bombástico. Só mesmo eu pensando em como vou me virar e cuidar do meu bebê.
É tão complicado assim dar a noticia da gravidez? Principalmente pra a família?
A primeira pessoa que contem sobre a gravidez, foi para o meu namorado. Ficamos bastante surpreso. A outra pessoa foi a minha melhor amiga/quase irmã que ficou super feliz com a noticia de ser tia. O problema nisso tudo foi em si falar para os meus pais e familiares.
Primeiro eu falei com a minha mãe sobre estar com suspeita da gravidez, ela virou e falou antes de mais nada vamos fazer o exame de sangue para ter absoluta certeza sobre o fato. Ela não brigou nem nada, esperava isso dela por ter apenas 21 anos. Depois disso fui falar com o meu pai, que também levou nunca boa, só perguntando como eu e meu namorado iriamos fazer de agora em diante. E antes mesmo deu ter a resposta definitiva, meu pai já contou para meus tios e primos.
Na família por parte de pai, só a minha prima/quase irmã que sabia das coisas que eu estava sentindo, todas as minhas dores e angustias de contar para os meus pais. Meus tios e primos, fizeram uma pergunta aqui e ali, querendo saber como eu estava e só isso. Só uma tia mesmo que virou e perguntou na lata se eu estava mesmo gravida, mas como ainda não era certeza falei que não sabia. Mas depois da resposta, bem aceitaram numa boa. E como são bastante receptivos e carinhos com a situação, falaram que com qualquer coisa vão me ajudar.
Já a minha família por parte de mãe, essa é um pouco mais complicado de contar.Pois tenho dois tios que sempre foram a minha inspiração, sempre levei bronca deles quando parava ou não estava muito afim de continuar com algo. Para eles dei a noticia no dia 02, sim, nesse domingo. Dei a noticia um tanto receosa pois não sabia como eles iriam agir. E podemos dizer que agiram como eu imagina, um pouco mais ao extremo, mas do jeito que imaginava. Meio que sabia que eles poderiam não aceitar. Mas por um lado, era o que eu precisava saber.
A unica parte boa disso tudo, é que todos da minha família, queria meu bem e se propôs a fazer de tudo para me ajudar.